Espera-se de quem esteja atuando com o básico de cyber security que entenda sobre a instalação do Linux. Senão , vamos lá, realizar esse nivelamento.
Um planejamento inicial deve ser realizado antes mesmo da instalação. Umas das primeiras questões é qual a finalidade terá esse novo sistema. Será para qual tipo de servidor? Irá rodar vários serviços?
Entendo que não tem como o pessoal da infraestrutura saber ou imaginar todos os requisitos para os vários tipos de servidores possíveis. Por exemplo, fui prestar uma consultoria em uma grande rede de padarias e eles tinham uma solução que rodava um banco de dados Oracle. Não peguei os pré-requisitos e tive que refazer a instalação. O Oracle na época tinha algumas exigências sobre a quantidade de memória swap.
Atualmente, temos mais recursos computacionais, memória, disco, CPUs e etc.
Evoluímos para o uso de sistemas de arquivos mais modernos como o LVM, e ainda a utilização de virtualização e o uso de contêineres com Docker.
Temos um curso gratuito de `Fundamentos de Sistemas Linux` onde cobre a instalação de forma detalhada.
E qual distribuição Linux posso utilizar? Bem, darei 3 opções:
- Debian
- Ubuntu Server LTS
- Kali Linux
O Linux é formado pelo kernel (núcleo do sistema) mais aplicativos. De forma bem resumida. O Debian é bem estável e conservador, tem um ciclo de atualização de 18 meses (geralmente). O Ubuntu evoluiu e agora tem o LTS (Long Term Support), que indica que receberá suporte por um período maior. Eu detestava isso no Ubuntu, ele tirava os repositórios do ar. E também pode-se utilizar o Kali Linux, que usa como base o Debian.
Trabalhando com Cyber Security, em relação a Blue Team, podemos precisar de realizar o redimensionamento do disco em tempo de execução e podemos trabalhar com LVM.